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Mostrando postagens de setembro, 2017

A CAMINHADA DE ISRAEL NA HISTÓRIA

 A CAMINHADA DE ISRAEL NA HISTÓRIA Segundo estudiosos, por volta do ano 2.000 a.C., Deus, o Criador, apareceu a Abrão e lhe ordenou que deixasse a mesopotâmia e se dirigisse para a terra de Canaã, onde faria dele uma grande nação (Atos7.2; Gênesis11.31-12.5). Só por um milagre isso aconteceria, pois Sara, sua esposa, era estéril (Gênesis11.30) e ambos avançados em idade. Isaque, porém, nasceu quando Abraão tinha cem anos (Gênesis17.17). Esse fato se reveste de significado, pois, a partir desse casal, iniciava-se uma nova linhagem humana por iniciativa do próprio Deus. Por aquela época, a humanidade já havia atingido elevado grau de civilização e cultura, mas nenhuma nação, por causa do pecado e da idolatria, reunia condições para receber a Revelação divina. O Criador, então, iniciou com Abraão e Sara uma nova descendência que não tinha parte com aquela que vinha desde Adão, desde a Queda [1] . Por meio dessa nova linhagem humana, Ele entraria no mundo na pessoa de Jesus Cristo, c

O FARDO DA ORAÇÃO

Para a maioria de nós cristãos, a oração constitui um pesado fardo. Sabemos de sua importância para vida espiritual, mas não conseguimos nos dedicar a ela. Queremos viver uma vida piedosa, mas esbarramos na dificuldade de torna-la uma prática comum em nossa expressão de adoração. E, assim, carregamos esse peso na consciência ou, como muitos fazem, procuramos viver uma vida cristã séria, mas sem desfrutar de uma intimidade maior com Deus por meio da oração.   Pode parecer forte afirmar que a oração, para muitos cristãos, é um fardo. Contudo, arriscaria dizer ainda mais: muitos de nós, que seguimos a Cristo, não temos prazer nela. Isso ocorre porque não sabemos o que é oração e nem como orar. O evangelista Lucas registrou que “certo dia Jesus estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: Senhor, ensina-nos a orar...” (11.1). Aquele discípulo, sem dúvida, era uma pessoa de oração. O judeu, naquela época, orava três vezes ao dia. No entanto, ele

A IMPORTÂNCIA DE ORAR O PAI NOSSO

Observa-se na práxis cotidiana dos fiéis de certos círculos cristãos um verdadeiro desprezo pela oração dominical. Esse descaso se manifesta de dois modos: sua recitação mecânica e impensada, reduzindo o ato de orar a um fim em si mesmo; e seu abandono pelos líderes que não a ensinam mais, distanciando a Igreja de Cristo das origens do evangelho.   Esses dois equívocos impedem os cristãos de viverem a experiência sublime da oração conforme o ensino de Jesus. O primeiro conduz o fiel a uma religiosidade morta, a uma prática devocional mecânica, impensada e sem a consciência do que faz. O segundo distancia o cristão do ensino de Cristo sobre como orar. Substitui esse ensino por interpretações erradas do evangelho que induzem o crente a pensar ser possuidor de superpoderes e autoridade a ponto de determinar coisas diante de Deus ou reivindicar, deste, bênçãos como se elas fossem direitos adquiridos, em Cristo, e Ele fosse obrigado a lhes conceder.   Os cristãos precisam reavaliar ess