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Mostrando postagens de maio, 2019

A ADORAÇÃO NA EXPERIÊNCIA DE JÓ

Embora o livro de Jó trate da temática da justiça divina diante do sofrimento humano, esse texto da literatura sapiencial dos hebreus levanta uma questão da maior relevância sobre a adoração a Deus. Poderia o homem adorar a Deus sem esperar nenhuma recompensa? [1] Essa questão, no entanto, é melhor percebida quando o leitor compreende o drama do sofrimento de Jó. De acordo com o texto, certo dia, Satanás pôs em dúvida a piedade de Jó diante de Deus. O anjo caído falou que Jó adorava a Deus porque ele era abençoado e nada lhe faltava. Então sugeriu: “estende a tua mão e fere tudo que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face”. O SENHOR deu permissão a Satanás que assim fosse feito e Jó perdeu toda a sua riqueza e filhos. Mas a reação de Jó foi: “O SENHOR deu, o SENHOR levou; louvado seja o nome do SENHOR... e não culpou Deus de coisa alguma” (1.6-22). Novamente Satanás compareceu diante de Deus, que disse: “reparou meu servo Jó?... Ele se manteve íntegro...

O CORDEIRO DE DEUS

No evangelho de João consta que o profeta João Batista, ao ver Jesus se aproximando, declarou: “vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (1.29). Uma declaração inédita e original sobre o Messias para o contexto da época. Pelo relato do evangelista se observa que tal conhecimento sobre o Ungido veio ao profeta por uma revelação divina. Veja o que o Batista disse: “eu não o teria reconhecido, se aquele que me enviou para batizar com água não me tivesse dito: aquele sobre quem você vir o Espírito descer e permanecer, esse é o que batiza com o Espírito Santo” (1.33,34). A História mostra que João Batista estava certo quanto a Jesus ser o Messias tanto que, depois dele, nenhuma outra pessoa veio a Israel com uma pregação, um ensino e milagres como os dele. Ressalta-se, também, que o cenário religioso, em Israel e no mundo, foi profundamente alterado pela ação dos seguidores de Cristo que deram continuidade à sua pregação após sua morte e ressurreição. Cabe, ainda,