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Mostrando postagens de outubro, 2015

O NOME "JESUS" E OS TÍTULOS "MESSIAS" E "FILHO DO HOMEM"

De acordo com as Escrituras sagradas, o processo de revelação divina à humanidade atingiu seu clímax com a entrada do próprio Deus no mundo (Fp 2.5-8). Isso ocorreu há dois mil anos, quando o Criador se fez criatura e viveu, corporalmente, entre os homens. Hoje, Ele continua entre nós por meio de seu Espírito que habita as mentes e os corações daqueles que se abriram para a fé nele. Nesta postagem quero discorrer sobre o nome dado a Deus em sua encarnação, Jesus, e os títulos Messias e Filho do Homem. O nome próprio “Jesus” é a tradução para o português do grego Ἰησοῦ (Iêssú), que traduz a palavra hebraica "Iêôshua" (pronúncia aproximada), a qual traduzindo direto para o português é “Josué” e significa “o SENHOR salva”. Era um nome comum à época de Jesus, mas foi o escolhido para designar o Filho de Deus. Isso porque Deus “escolheu o que para o mundo é insignificante, desprezado e o que nada é, para reduzir a nada o que é, a fim de que ninguém se vanglorie diante dele” (1 C

O NOME DE DEUS

Concernente ainda ao estudo da revelação divina à humanidade, nesta postagem, quero comentar sobre a atitude de Deus de tornar conhecido seu próprio nome ao homem. Ele disse a Moisés: “É isto que você dirá aos israelitas: Eu Sou me enviou a vocês ... esse é o meu nome para sempre ...” (Êxodo 3.14,15). Este é o nome do Deus que criou todas as coisas: Eu Sou, em hebraico, "Iavé". Jesus o aplicou a si, ao dizer: “eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou (João 8.58).  Em Êxodo 6.2, o Criador disse: “aní Iavé” (pronúncia aproximada em hebraico) que traduzindo é: "Eu sou Iavé", mas as versões brasileiras traduzem por: “Eu sou o SENHOR”. Isso ocorre, provavelmente, para acompanhar o costume dos judeus de não pronunciar o nome "Iavé". Depois do exílio babilônico, eles passaram a pronuncia-lo apenas em ocasiões especiais, por medo de violar o mandamento de Êxodo 20.7: “não tomarás em vão o nome do SENHOR”. Por causa disso a pronúncia correta se perdeu. A

HÁ AMOR NOS JUÍZOS DIVINOS

Em geral vemos as coisas, as situações e o mundo a partir de perspectivas que adquirimos ao longo da vida. Por isso, um determinado fato pode receber diversas interpretações. Contudo, nem sempre nossos juízos de valor correspondem à realidade, pois as coisas e as situações possuem sentidos próprios e intrínsecos a despeito das opiniões e visões que recebem.  Como entender as pragas permitidas por Deus sobre o Egito? Elas transformaram a maior potência econômica e militar da época num país arrasado. E o que dizer da última praga? Diz o texto: “então, à meia-noite, o SENHOR matou todos os primogênitos do Egito, desde o filho mais velho do faraó, herdeiro do trono, até o filho mais velho do prisioneiro que estava no calabouço, e também todas as primeiras crias do gado” (Êxodo 12.29). Teria Deus prazer no sofrimento humano? Seria Ele mal? No livro do profeta Naum está escrito: “o SENHOR não deixará impune o culpado” (1.3). O mal não prevalecerá nem ficará impune. Aceitar isso significa

ISRAEL COMO INSTRUMENTO DA REVELAÇÃO DIVINA

Após o pecado adâmico, a humanidade se separou de Deus e com o passar do tempo não mais o conhecia. Ele, então, separou um povo para com ele relacionar-se e revelar-se ao mundo. Por volta da metade do segundo milênio antes de Cristo, esse povo ,  Israel ,  encontrava -se  escravo no Egito, maior potência econômica e militar da época. Assim, segundo os registros do livro de Êxodo, Deus apareceu a Moisés e o ordenou que comparece sse  perante o Faraó para intermediar a liberação do povo. Que argumento seria tão forte   para que o líder egípcio abrisse mão de ssa  valiosa mão de obra escrava , os judeus ?  Deus disse a Moisés que fal asse   o seguinte ao Faraó : “deixe o meu povo ir para celebrar-me uma festa no deserto”. Depois, Moisés  esclareceu que era para permitir o povo caminhar três dias, no deserto, para oferecer sacrifício ao SENHOR. Deve ter parecido ao Faraó um escárnio o que Moisés lhe falara, pois ele respondeu: “quem é o SENHOR, para que eu lhe obedeça e deixe Israe

DEUS SE REVELOU AO HOMEM

Que saberia a humanidade sobre Deus se Ele não tivesse se revelado? Mesmo antes de Ele começar a aparecer a certos homens, os seres humanos já adoravam deuses de sua própria imaginação (Josué 24.2 e 14). Os sumérios, por exemplo, há cerca de 4 mil anos a.C., cultuavam diversos deuses, dentro de um sistema religioso que os via como maus, depravados e opressores. Separada de Deus pelo pecado original, sem a revelação divina a humanidade teria apenas a idealização de incontáveis divindades, decorrentes do desejo que ela nutre por seu Criador.  Mas Deus, por seu amor ao ser humano, decidiu a este revelar-se e abri um caminho pelo qual o homem retornaria à sua condição inicial de santidade e comunhão com Ele. Foi quando, por volta do ano 2.000 a.C., o Criador apareceu a Abraão em Harã, na Mesopotâmia, a quem prometeu: “...por meio de você todos os povos da terra serão abençoados” (Gênesis12:3). Da descendência de Abrão, nasceria Jesus Cristo que morreria em favor da humanidade. De Abraão su