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Mostrando postagens de setembro, 2018

A VIDA CRISTÃ CONSCIENTE

Sabemos que Deus não se revela austero e ríspido, antes se mostra com amor e longanimidade para conosco. Tal fato, porém, não nos autoriza a falar com Ele de qualquer jeito, sem reverência e respeito. Jesus nos ensinou a chamá-lo de Pai, o que indica que Ele deseja relacionar-se conosco em um contexto fraterno. Então, podemos vê-lo como um amigo, mas isso não nos permite sermos descuidados com o modo como falamos ou nos relacionamos com Ele. Deus é Pai (Mateus6.9), é amor (1João4.8), mas é também SENHOR. Por vezes, fazemos altas declarações de amor a Deus, na oração ou nos cânticos, mas nos descuidamos nas ações, nas atitudes, na vida prática. Jesus disse: “quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama... vocês serão meus amigos se fizerem o que lhes ordeno” (João14.21;15.14). Precisamos, então, avaliar se a nossa vida espiritual não tem um sentido, meramente, superficial. Falamos muito sobre as coisas espirituais, mas não agimos conforme falamos. É necessário que

OS MILAGRES DE JESUS

Diversos profetas do Antigo Testamento realizaram milagres em seus ministérios. Moisés, por exemplo, fez jorrar água de uma rocha para matar a sede povo no deserto (Êxodo17.1-7) e o profeta Elias ressuscitou o filho de uma viúva (1Reis17.7-24). Contudo, ninguém fez tantos milagres quanto Jesus. Sobre isso, os comentaristas da Bíblia Nova Versão Internacional catalogaram, nos evangelhos, 35 milagres que Jesus operou durante sua atuação em Israel. E não foram milagres simples, pois vão desde a cura de leprosos, paralíticos, cegos até a ressurreição de mortos[1]. Esse aspecto da ação de Cristo incomoda a muita gente que, por causa de uma visão racional do mundo, não acredita em milagres. Para Kant, por exemplo, “passagens da Bíblia que pareciam transgredir os limites da credibilidade racional deveriam ser interpretadas de modo alegórico e não literal, e serviriam para fornecer incentivos ao que eram, em essência, ideais morais”[2]. Ou seja, esse filósofo alemão, em sua obra,