Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de agosto, 2019

O AMOR AO PRÓXIMO

Uma das marcas mais forte desse mundo, em que vivemos, é a violência. Sua origem remonta ao início da nova realidade de existência que se instaurou após a Queda; após o ser humano, em uma decisão pessoal, afastar-se de Deus (Gênesis 3). Já nas primeiras páginas da Bíblia, observa-se a narrativa do primeiro homicídio, em que um irmão, premeditadamente, mata o outro (Gênesis 4). Depois, em toda a extensão do Antigo Testamento, observa-se a agressão de pessoas contra pessoas e nações contra nações. Daquela época até aos dias atuais, a guerra esteve sempre presente na humanidade. O desejo de controlar e subjugar o outro levou o homem à formação de grandes impérios que, posteriormente, enfrentaram-se na busca do poder mundial. Milhões de vidas se perderam em campos de batalhas ao longo da História. A humanidade jamais viveu um período longo de paz. O homem desenvolveu sofisticados métodos e artefatos de guerra que, hoje, pode, se ele desejar, destruir o planeta com o uso do arsenal

CIÊNCIA E REVELAÇÃO

Quando pela primeira vez, após a Queda, o homem tomou consciência de sua existência no mundo, ele procurou meios para entendê-la e explicá-la. Deve ter se perguntado algo como Blaise Pascal (2002, p.67) questionou, em sua obra Pensamentos : “quem me colocou aqui? Por obra e ordem de quem este lugar e este momento foram destinados a mim?” Discorrendo sobre essa questão, em meu livro O Homem em Busca de Si [1], apresento esses meios. Inicialmente a mitologia e a religião, depois, meios mais elaborados e fundamentados na razão e na experiência, a saber: filosofia e ciência. E por fim, um meio que não é propriamente humano: a Revelação divina.   A ciência, junto com a mitologia e a religião, foi um dos primeiros meios que o homem criou para entender o mundo. De acordo com o historiador da ciência, britânico, Hart-Davis (2016, p.18), ela surgiu, entre os sacerdotes sumérios, há quatro mil anos antes de Cristo. Mas, só depois que o estudioso Francis Bacon (século XVI) sugeriu in