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Mostrando postagens de setembro, 2021

O SER HUMANO ANSEIA POR DEUS

  O salmista compara o homem, que conhece a Deus, à corsa pelo fato de ela buscar sempre as fontes de água, que lhe garantem o refrigério e a vida. Assim, ele diz: “como a corsa anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus?” (Salmo 42:1). Contudo, esse desejo do ser humano pelo Criador não diz respeito apenas àqueles que o amam, mas a toda humanidade caída. Esse fato pode ser observado no exorbitante número de religiões e concepções divinas que existem no mundo. Em todos os povos e culturas, nota-se essa marca humana da religiosidade. Há uma sede de Deus, no homem. Traços e aspectos do Criador, no ser humano, provocam nele uma saudade de Deus. Mas, por causa de sua condição de pecado, sua expressão religiosa constitui, apenas, uma criação própria carregada de impressões equivocadas e percepções do mundo criado, sem jamais alcançar o verdadeiro Deus.  Seus deuses são, apenas,