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Mostrando postagens de junho, 2020

A IMPORTÂNCIA DOS PENSAMENTOS

O Apóstolo Paulo, diversas vezes em suas cartas, fala da necessidade de o cristão ter cuidado com seus pensamentos para que tenha um viver santo. Aos colossenses ele diz: “portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas” (3:1,2). De fato, o pensamento tem o poder de criar um mundo dentro da mente humana. Ele elabora fantasias que, se alimentadas, geram desejos e esses podem dominar o homem e levá-lo ao pecado.  É claro que para uma pessoa que não teme a Deus isso não tem nenhum valor, nenhum sentido, pois ela vive no pecado e está acostumado a ele. Muitas, até, creem que o pecado não existe e, por essa razão, vivem na escravidão de seus desejos. É nesse sentido que Paulo escreve aos Efésios: “vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver, quando seguiam a presente ordem deste mundo e o príncipe do pode

VOCÊS PODEM BEBER O CÁLICE?

Não raro, observa-se, na Igreja, pessoas agindo de forma romântica e outras de modo imaturo. Algumas, empolgadas com os testemunhos de missionários e líderes envolvidos na obra de evangelização, decidem assumir tais posições mesmo sem serem chamadas por Deus ou sem saberem que essa é a vontade dele para suas vidas. Já outras, almejando admiração e reconhecimento e algumas até mesmo enriquecimento, lutam por cargos de destaque, na comunidade eclesiástica, e atuam como estrelas para satisfazer seus egos. Mas esse problema não é peculiar apenas à Igreja atual. O evangelista Marcos registrou que, próximo da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, perto do fim de seu ministério, os irmãos Tiago e João fizeram o seguinte pedido a Ele: “permite que, na tua glória, nos assentemos um à tua direita e outro à tua esquerda”. Eles pensavam que Jesus ia expulsar os romanos e restaurar o reino de Israel (Atos 1.6). Assim, aproximaram-se de Jesus e pediram posições de poder e privilégios. Marcos regis

ADORAÇÃO E SOFRIMENTO EM JÓ

O livro de Jó, obra da literatura sapiencial dos judeus, é, ao mesmo tempo, majestoso e difícil. A história, em si, que ele apresenta é simples, mas o que o autor deseja, realmente, ensinar nessa narrativa? Tudo começa quando “certo dia os anjos vieram apresentar-se ao SENHOR, e Satanás também veio com eles”. Então, Deus disse para ele: “reparou meu servo Jó? Não há ninguém na terra como ele, irrepreensível, íntegro, homem que teme a Deus e evita o mal” (Jó 1:6-8). Satanás, então, falou para Deus: “será que Jó não tem razões para temer a Deus?... Tu tens abençoado tudo o que ele faz... Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face” (Jó 1:9-11). Então, Deus deu permissão a Satanás para assim fazer e Jó perdeu toda a sua riqueza e filhos. Mas a reação de Jó foi a seguinte: “O SENHOR deu, o SENHOR levou; louvado seja o nome do SENHOR... e não culpou Deus de coisa alguma” (Jó 1.6-22). Em outra oportunidade, os anjos vieram apresentar-se