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Mostrando postagens de julho, 2017

O TESTEMUNHO DE JOÃO BATISTA

O TESTEMUNHO DE JOÃO BATISTA   Jesus, o Cristo, isto é, o Ungido, o Messias já estava no mundo e precisava ser revelado ao povo. Como seria sua apresentação à nação? Em um culto solene, no templo, em Jerusalém, com todas as autoridades de Israel presentes? Não. Sua revelação ao mundo se daria em um contexto de absoluta simplicidade, como se nada importante estivesse acontecendo, para que todo aquele que dele se aproximasse, viesse pela fé de que Ele é o Filho de Deus. A dúvida e a improbabilidade eram necessárias para que o homem trilhasse, pela fé e não pela comprovação racional, o caminho de volta a Deus.    O Criador inverteu a lógica humana, pois seu reino não é desse mundo como pensavam os religiosos judeus que esperavam um Messias nacionalista que restauraria a glória de Israel entre as nações. Por essa razão, Deus entrou no mundo, na pessoa do Filho, de modo secreto. Nasceu em uma estrebaria de Belém e cresceu no seio de uma humilde família, em Nazaré, na Galileia. O

A MENSAGEM DE JOÃO BATISTA

A MENSAGEM DE JOÃO BATISTA Algum tempo antes do início da atuação de Jesus Cristo, apareceu um homem pregando no deserto da Judéia, para onde afluíam multidões com o fim de ouvi-lo. Algo inédito e extraordinário, pois, por mais de quatrocentos anos, desde a profecia de Malaquias, último livro do Antigo Testamento, Deus não enviava profeta à Israel. Uma pessoa notável, cuja mensagem trouxe uma nova visão sobre a realidade espiritual, ensino, esse, continuado e ampliado por Jesus em seu ministério.    Mas sua mensagem não consistia apenas no conteúdo de sua pregação. Sua vida, no deserto, era um grito de protesto contra o estilo de vida da elite sacerdotal que assistia no templo e costumava explorar o povo com o comércio de animais para o sacrifício, fato esse reprovado, depois, por Jesus (Mateus21.12,13). João Batista repreendeu essas autoridades e, ignorando-as, desenvolveu um ministério, independente, batizando as pessoas para perdão de pecados e pregando: “arrependam-se, pois

O HOMEM JOÃO BATISTA

O HOMEM JOÃO BATISTA Há dois mil anos, havia, em Israel, uma grande esperança quanto à chegada iminente do Messias. Este, no conceito equivocado deles, seria um rei poderoso, da linhagem de Davi, que iria expulsar os romanos e restabelecer a glória de Israel entre as nações (Atos1.6). Foi quando apareceu João Batista, um homem de personalidade forte e com uma pregação dura a quem multidões se dirigiam. Diz o texto: “o povo estava em grande expectativa, questionando em seu coração se acaso João não seria o Cristo” (Lucas3.7-15). Esse sentimento era tão intenso que levou o Sinédrio, corte suprema de Israel, a enviar uma delegação de Levitas e sacerdotes para analisar a atuação do profeta e verificar se ele era, realmente, o Messias esperado (João1.19-28). Mas João Batista, prontamente, respondeu: “não sou o Cristo” (João 1.20). Essa palavra “Cristo” é a tradução para o português do grego Χριστός (Cristós) que, em hebraico é מְשִׁיח ִֽ (Mashía), a qual vertendo direto para o po