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Mostrando postagens de abril, 2020

O HOMEM EM BUSCA DE SI

Você conhece nosso livro O Homem em Busca de Si - Refeflexões sobre a Condição Humana na Parábola do Filho Pródigo, publicado na amazon.com.br? Com o apoio do pensamento dos filósofos cristãos Santo Agostinho, Blaise Pascal e Sören Kierkegaard, defendo a ideia de que o homem, ao afastar-se de Deus, lançou-se no exílio de uma nova existência. Nesse “salto”, perdeu-se de si mesmo e, agora, vive a reformular-se em diversos “eus” na busca de seu “eu” original. Nos EUA pode ser adquirido na versão impressa. Dê uma conferida, leia um pouco dele. A leitura é também confortável em celulares de cinco ou mais polegadas. https://www.amazon.com.br/HOMEM-EM-BUSCA-SI-REFLEX%C3%95ES-ebook/dp/B074WGD2VB/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&keywords=o+homem+em+busca+de+si&qid=1588253623&sr=8-1

A IGREJA E A GRANDE TRIBULAÇÃO

Neste exato momento, milhares de petroleiros e outros navios de transporte de commodities se encontram estacionados, ao redor do mundo, por conta de um ser microscópico que paralisou todo o sistema humano. O comércio mundial, praticamente, estagnou e com isso já está elevando o desemprego, o que pode gerar, ainda mais, fome e violência, aumentando a angústia de milhares de pessoas que já sofrem com as mortes de seus queridos em todo o planeta. É um cenário pré-apocalíptico. Se já estamos sofrendo com a situação atual, o que dizer quando mísseis balísticos com ogivas nucleares começarem a cair nas principais cidades do mundo, por ocasião da abertura dos primeiros “selos”? O presente texto trata sobre a questão da grande tribulação e a Igreja de Cristo. A Igreja passará por esse período de sofrimento mundial? Jesus falando sobre os acontecimentos do fim do mundo, disse aos discípulos que “haverá grande tribulação como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá”

O NOME DE DEUS

Concernente ainda ao estudo da revelação divina à humanidade, nesta postagem, quero comentar sobre a atitude de Deus de tornar conhecido seu próprio nome ao homem. Ele disse a Moisés: “É isto que você dirá aos israelitas: Eu Sou me enviou a vocês ... esse é o meu nome para sempre ...” (Êxodo 3.14,15). Este é o nome do Deus que criou todas as coisas: Eu Sou, em hebraico, "Iavé". Jesus o aplicou a si, ao dizer: “eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou (João 8.58).  Em Êxodo 6.2, o Criador disse: “aní Iavé” (pronúncia aproximada em hebraico) que traduzindo é: "Eu sou Iavé", mas as versões brasileiras traduzem por: “Eu sou o SENHOR”. Isso ocorre, provavelmente, para acompanhar o costume dos judeus de não pronunciar o nome "Iavé". Depois do exílio babilônico, eles passaram a pronuncia-lo apenas em ocasiões especiais, por medo de violar o mandamento de Êxodo 20.7: “não tomarás em vão o nome do SENHOR”. Por causa disso a pronúncia correta se perdeu.

NOVO CÉU E NOVA TERRA

O mundo vive dias em que milhões de pessoas, em todo o mundo, encontram-se em confinamento social para conter a pandemia de coronavírus. Uma das consequências desse fato é a considerável redução do nível de dióxido de carbono na atmosfera do planeta. O ar está mais puro e limpo e as paisagens mais nítidas por causa da diminuição da poluição em decorrência da redução da atividade industrial e do sistema humano. Isso faz lembrar um tema teológico pouco falado na Igreja, mas que constitui a consumação do plano divino de redenção da humanidade e do cosmos: “novos céus e a nova terra”. Segundo a Escritura, após concluir a criação do mundo e do homem, “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom...” (Gênesis1:31). Não apenas o homem fora criado perfeito, mas também o próprio cosmos. Ocorre, porém, que o homem, no Éden, estava em um estado de provação e veio a cair. Assim, após o seu pecado, tanto a natureza humana quanto a Criação se desestruturaram. “A transgressão de A

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Em um contexto sobre a ressurreição de Jesus, Paulo escreveu, em sua primeira carta aos Coríntios: “se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de compaixão” (15.19). O que ele queria dizer era que, se Cristo não ressuscitou, a fé dos cristãos era “inútil” e eles, como os demais que confessavam outras religiões, continuavam “perdidos” e presos “em seus pecados” (15.17). Isso porque o pecado é a força que leva o homem à morte (15.56). Se Cristo não ressuscitou, essa força continuava ativa sobre a humanidade, separando-a de Deus.  Contudo, Paulo, prosseguindo em sua reflexão, afirmou que “de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos” (15.20) e esse acontecimento histórico foi testemunhado por muitas pessoas. O apóstolo registrou que o Jesus, ressurreto, “apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais ainda vive, embora alguns já tenham adormecido”, isto é,

A LEI E A FÉ EM CRISTO

De acordo com as Escrituras, a humanidade está separada de Deus e pesa sobre ela a condenação da morte. Disse Paulo aos Romanos: “... da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram” (5.12). Deus, porém, no curso de seu plano para restaurar a humanidade e levá-la à sua condição original, deu, por meio do profeta Moisés, a sua Lei aos seres humanos (Êxodo 20 a 31). Desde então e, até hoje, muitos entendem que a salvação ou a justificação, diante de Deus, vem pelo cumprir sua Lei. O Apóstolo Paulo, no entanto, falou, enfaticamente, “que ninguém será declarado justo diante de Deus baseando-se na obediência à Lei” (Rm3.20). Se isso é verdade, qual é, então, a sua utilidade? O próprio Paulo fez essa pergunta em sua carta aos Gálatas: “qual era então o propósito da Lei?” (3.19). O Apóstolo responde: “...é mediante a Lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado” (Rm3.20). A