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Mostrando postagens de julho, 2021

A ETERNIDADE DO HOMEM

De acordo com as Escrituras cristãs, uma das principais características do ser humano é sua eternidade. Esse aspecto do homem decorre do fato de ele ter sido criado à imagem e semelhança de seu Criador (Gênesis 1:26). Deus, que é eterno, compartilha esse traço de seu ser com as criaturas que Ele cria à sua semelhança. No entanto, pode-se sugerir a questão de que tal afirmação não procede, pois os homens morrem. Sim, é verdade: os seres humanos morrem. A morte, porém, na humanidade, não representa o fim do ser do homem, mas apenas a passagem para uma outra forma de existência.  A humanidade, hoje, na condição em que se encontra, separada de Deus, experimenta a realidade da morte. Mas não era para ser assim, pois, segundo o texto bíblico, o homem foi criado eterno. Veja o que diz Gênesis 2: 16,17: “e o SENHOR Deus ordenou ao homem: ‘coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não como da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente, você morre

DESEJANDO UM NOVO CONHECIMENTO

O que passava na mente do homem, na iminência da Queda, nos momentos anteriores ao pecado original? Entre outras coisas, o desejo de um novo conhecimento, o “conhecimento do bem e do mal”. Veja o que o texto diz: “disse a serpente à mulher: certamente não morrerão! Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal. Quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que comeu também” (Gênesis 3:5,6). O homem já conhecia o bem, pois vivia na presença de Deus. Mas o mal, ele conhecia apenas de modo teórico, pois sabia que, no dia em que comesse do fruto da “árvore do conhecimento do bem e do mal”, ele morreria (Gênesis 2:16,17). Mas, ao que indica o texto, não satisfeito com o esplendor do conhecimento que já possuía, desejou outro, anunciado pela serpente que, no fundo, não er